Está há quase 23 anos no Clube, lugar onde chegou para construir sua história em 1998. Foi logo depois de um trabalho temporário na Pré-Olímpica de Vela, maior evento de vela realizado pelo YCB até então. Coroa se empenhou bastante na movimentação dos barcos no Estaleiro. “Foi um trabalho duro porque tinha todo tipo de embarcação. A gente descia e subia os barcos”, lembra.
O evento foi um sucesso e o esforço de Wilton foi reconhecido pelo então gerente Paulo Sebastião, que o contratou pouco depois como auxiliar de pátio do Yacht. Foi aí que ele ganhou o apelido de Coroa. Mas não porque era o mais velho da turma, até porque só tinha 33 anos de idade. “Foi porque tinha um coroa que só andava comigo pra aprender as coisas. Sr. Paulo perguntava quem tinha varrido o pátio, por exemplo. Aí respondiam ‘foi o coroa’. Acabou pegando em mim”, se diverte.

Segurança - Coroa também foi auxiliar de Manutenção até que recebeu o convite para trabalhar como auxiliar de portaria. Há mais de vinte anos, entrou para a área da Segurança, onde está até hoje.
Nas horas vagas, ele é um cara muito família, que gosta de curtir com a esposa Aíres e os filhos Luís Carlos, 38 e Welton Luís, 11. Principalmente na praia da Ribeira ou jogando um bom dominó.
O futebol no final de semana também sempre foi sagrado. Advinha em qual posição ele sempre jogou? Zagueirão, mas é claro! “Porque segurança é tudo!”, sorri o xerife.